|
Perguntando a mim mesmo!... Porque existo?... Qual o objectivo da vida E qual será o meu futuro?!... A vida... A vida é uma cedência Da mais completa obra, Empréstimo da Providência, Que Deus quando quer nos cobra!... Isto é o meu pensar, Mas sei qu¹a ninguém convenço! Vou tentar explicar A coisa, tal como eu penso! Deus, Eva e Adão criou, Com tudo que o mundo encerra E depois, os nomeou Administradores da Terra! Deus os formou p¹ra criarem, Num livre arbítrio lhes dado E para se multiplicarem, Dentro da Lei, sem pecado! E esta lei lhes dizia Serei sempre o seu Senhor, Dai-vos eu sabedoria, Justiça e muito amor! Deus seria o governo, Onde, com todo o preciso, Se vivia para eterno No chamado Paraíso! Eram estas intenções, Mas o arbítrio lhes dado, Mudou as opiniões Tudo ficou alterado! Então veio Satã da treva, Trazendo o fruto proibido, Entrega e fascina Eva, Que tirou Deus do sentido. E sem deitar atenção, Fascinada se levanta, Entrega o fruto a Adão, Que lhe ficou na garganta! Pode que este fruto dado, Seja uma demonstração Em sentido figurado. Mas o pecado, isto não!... E agora, depois disto, Creio que já expliquei Porque é que eu existo! Quanto aos outros, eu não sei!... Pois sobre o objectivo De Deus, em nossa vivência, Todo o seu maior motivo, Era a eterna existência. Adão e Eva pecaram E o plano que Deus tinha Com o pecado alteraram, Fazendo o que não convinha! Expulsos, Eva e Adão, Não obstante o desgosto, Disse Deus: < Comerás pão Com o suor do teu rosto!... Pecaram. Por ter errado Têm que cumprir a sorte! E o salário do pecado, Para o humano, é a morte!... A partir desta verdade, O humano, pelo visto Para ter eternidade Tem que seguir Jesus Cristo! Para alcançar as moradas, Que nos prepara o Senhor, Há que seguir as pegadas De Cristo o Redentor!... PS Fala-se em evolução, Na tese de Darwin, Que p¹ra mim é ilusão, Um princípio sem ter fim! Nesta tese, a ciência Chega a um ponto parado. Tem que beber na essência, Algo já por Deus formado! A ciência é badalada, Mas nunca em qualquer motivo, Conseguiu fazer do nada Uma vida, um ser vivo!... Para além do que aqui narro, Somente forças divinas Puderam dar vida ao barro, Assoprando nas narinas. A ciência, amigos meus, Todo este grande saber, É uma dádiva de Deus, Só chega aonde ELE quer!... Tudo segue este caminho, Quem avança, cai na fossa. Lembra-nos Santo Agostinho Despejando o mar p¹rá poça!... No futuro, tenho a certeza, Tento estar preparado, Com a tal lâmpada acesa, Prontinho a ser julgado! Sei que sou um pecador, A rogar que me acuda Jesus Cristo, o Redentor E me dê alguma ajuda! Aqui temos, pelo visto, Nesta reza tão comprida, Porque é que eu existo, O objectivo da vida! Como eu tenho o pecado, Entrego-me ao Redentor, P¹ra que eu seja perdoado, Pelo seu Divino Amor!... Peço que Deus me proteja, Com seu Amor, Assim Seja!... |
|
Copyright © 1997/2001 The Portuguese Times
Autorizada a reprodução de artigos publicados nesta página desde que mencionada a origem