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Vamos falar do Papa e da sua saúde!... Sem saber o que dizer, Com tanto para falar, Há coisa que não me escapa. Vou começar escrever E tentar algo contar Sobre a saúde do Papa. Sei bem que quando chegar Estas linhas às pessoas Já sabem da novidade. Mas eu tenho que falar, Quando as pessoas são boas Há que dizer a verdade! Não sou fanático ferrenho, Mas amo a boa gente Dentro da pura verdade. E pelo Papa eu tenho Um respeito, certamente Dado a uma santidade! É humano, amoroso, Sofre junto co¹a pobreza, Roga pela liberdade. Mesmo doente e idoso, Defende com tal firmeza O bem estar da sociedade. Adorado pelos povos, De todas estas nações, Goza de certa virtude. Mulheres, homens, velhos, novos, Seitas e religiões, Rezam por sua saúde! No seu mandato papal A sua bondade é tanta Com os pobres e a paz. Amigo de Portugal, Fátima é a sua Santa A quem muitas preces faz! Fátima é o seu credo, Que na suaa homilia Ela é sempre nomeada. Divulgado o segredo, A sua Virgem Maria É sempre muito lembrada. Lúcia, última vidente, Já seguiu o seu destino Findou a sua missão. Esperando certamente A chamada do Divino E sua ressurreição! Este Papa, na verdade, Como um humano que é, Não receio de o chamar Sempre Sua Santidade. Ele é um homem de fé Que ensina o verbo amar! Grita o Papa à mocidade: MocidadeS o mundo espera Por ti, já de mesa posta. Caminha para a verdade, Matuta bem, considera, Cristo é tua resposta!... Não hesites, vai em frente, Depressa que o mundo afoga No estertor da aflição. Afasta este demente Qu¹ incute o álcool e a droga, Sida e a prostituição. Depressa, muito depressa, Rápido que o mundo arde Dum modo muito atrevido. Agora é que se começa Se demorar, vai ser tarde O mundo estará perdido! Caminha no rumo certo, Tu, rapariga ou rapaz, Vê lá com quem vais andando! Não te julgues muito esperto Pelas mãos de Satanás Que aos poucos vai-te anexando. Mais seguro tu seguirás, Se deres a Cristo a mão. Foge à suja liberdade E às mãos de Satanás, Cristo é a salvação, Caminho d¹Eternidade! Tem sido o Papa presente, Um exemplo de amor Com toda humanidade. Sempre amando toda a gente, Qualquer raça, qualquer cor Ou credo na sociedade! Tem o Papa atravessado Perante o seu mandato Alguns bem maus incidentes. Várias vezes atacado, Sempre com muito mau trato, Em actos bem deprimentes! Baleado, esfaqueado, E o próprio assassino Que foi posto na prisão, Foi por ele visitado E, em nome do Divino, Deitou-lhe a absolvição! O perdão, coisa bem rara, Um exemplo para o mundo, Ao dar ao seu assassino O outro lado da cara Com o amor mais profundo, Como nos manda o Divino! Em todos seus incidentes, Tem lá o diabo a pata, Pela escolha que fazia. Foram todos bem patentes No dia 13, cuja data É a data de Maria! Fátima, agora é tida Para o Papa, em sua Fé, Em todo o seu conteúdo, Quem salvou a sua vida E vida fora, é até Sua crença, seu escudo! O mundo católico reza Por suas breves melhoras, Para nos maravilhar Com a sua fortaleza, Sempre contando as horas De p¹ra nós poder orar. Que volte ao seu governo Governando o seu rebanho Que anda bem desmantelado. Sei que ninguém é eterno, Mas o vazio é tamanho, Vendo o Papa afastado! Hoje Sua Santidade, É de facto o Pastor Que consegue certamente Ter consigo a mocidade Incutir-lhes o amor Tendo Deus sempre presente. Muito mais há p¹ra dizer, Mas todos nós bem sabemos Quanta bondade lhe invade. Um dia, se ele morrer, Sabe Deus se depois temos Uma nova Santidade! Os Cardeais são em paca, Mas a matéria é bem fraca!... |
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