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Como acabar com a prostituição?!... Agora, em Portugal! Já tenho aqui falado, Combatido, martelado, O que vai no mundo inteiro. A tristeza que se passa, Que já virou a desgraça, Pela droga ou por dinheiro. Com a falta de apoio, Mistura-se o trigo ao joio, Dum modo tão à vontade Que, sem eu fazer censura, Já é tamanha a mistura, Confundindo a seriedade! Sabemos pelas notícias Que em Portugal os polícias Andam muito resolutos, Fiscalizando as condutas Dos chulos e prostitutas E também dos prostitutos! Eis está uma medida Que devia ser cumprida Desde há muito, na verdade, Porque a prostituição Tem levado à podridão No mundo a mocidade! Depressa, vamos depressa, E acabar com a conversa Pondo fim a tal miséria. Já vamos muito atrasados, Os casos são avultados, A coisa tornou-se séria! Tentar que as infelizes Deixem de ser meretrizes De mão em mão pelos van¹s E propor-lhes melhor sorte, Evitando muita morte, Quem sabe até ³Big Dan¹s² Ter liberdade a mulher, Não é fazer o que quer, Andando num desatino. Tem responsabilidade, Dentro da civilidade, Como manda o figurino! Além disto, considero, Na sífilis e no venero Qu¹apanham nestas andanças. O corpo é delas, sei bem! Mas quando os filhos lhes vêm, Quem paga são as crianças!... Estes filhinhos, coitados, Que nascem envenenados, Defeituosos, doentes, No ambiente em que estão, A mãe na prostituição, Fazem deles uns dementes! Quanto ao homem, o maganão, Anda na prostituição Como isto lhe dê fama. A Joana no cigarro, Apetrechando o seu carro Com bebida, droga e cama! Até mesmo alguns casados Andam também embrulhados Dentro da mesma labuta. Um ou outro em casa quer Fazer com sua mulher O que faz cô¹a prostituta! A escola, hoje em dia, Está na pornografia, É ela o vínculo do mal. Coisas tão irracionais Que até mesmo os animais Se atrevem fazer igual! São pessoas tresloucadas Que andam mal encaminhadas Pelo mundo a vadiar. Entregando-se à vontade, Estragando a liberdade Dos que a sabem usar!... Faz-me lembrar o Irão, Quando há prostituição, Usam lá um bom modelo. As sainhas levantadas, Dar-lhes umas vergalhadas Mesmo ao correr do cabelo! Depois, com o rabo inchado, Bem dorido, bem rosado, Tipo perna da Bretanha. Creio que já não sentem gosto, Nem o corpo está disposto A consentir nova apanha! No Irão, homem casado, Creio que não é castigado, Não lhe dão castigo algum. Mas aqui, meu bom amigo, Seja lhe dado o castigo De ano e meio de jejum!... Mas, se o homem é solteiro, Há que lhe ensinar primeiro As regras do bom viver. Os cuidados que precisa, Dormir sempre com camisa, Ou então se abster!... A carne, esta tentação!... A carne, esta miséria, Composta de certo modo Dum conjunto de matéria Que reveste o corpo todo. Um tecido muscular, Com sangue dando-lhe vida, Que, para o resguardar É de pele revestida. Pois desta carne, por dentro Com a pele que a cobre, Há sempre um osso no centro Qu¹a sustém p¹ra que não dobre. Pois toda esta matraca, É porque a carne humana Está cada vez mais fraca, Cada vez mais se engana. O que aqui quero dizer, É que a carne apodrece No homem e na mulher E meio mundo o desconhece. O mundo perdeu a calma, Tornou-se a carne mordaz E inimiga da alma, Um trunfo de Satanás. Foi a carne e há-de ser Uma massa que enriquece As formas duma mulher Que tanto ao homem apetece. Esta carne, na verdade, Num à vontade profundo Definha a mocidade, Vai apodrecendo o mundo! Satã usa como isca Esta carne bem polida, A ver quem é que se arrisca E lhe cede a sua vida. Satã procura as origens, Detesta as moças seguras, Tem uma raiva às virgens, Que se casam sãs e puras. Belzebu é destes tais, Sabendo que não dá cabo Da moral dos bons casais, Aí ele enrola o rabo! Põe as moças atrevidas, Malucas, que sem pensar, Andam a tomar medidas Sem saber com quem casar! PS Moços, moças, cada qual, Fujam a tal tentação A carne é toda igual, O resto, é só ilusão!... E a cova do ladrão Só tem três dedos de mão!... |
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