Todos governos do mundo reclamavam a vacina, agora que ela existe, o que se passa!?

 

 

 

 

Não vou falar no momento

De roubos, meus caros senhores,

D’ algum desaparecimento,

De vacinas, p’ ra favores!

 

Disto não há bem certezas,

Foi só um caso falado,

Como tal, suas defesas,

Deixou certo, o que era errado!

 

Mas, o que eu quero falar,

A demora no momento,

A vacina a chegar

E tardem o tratamento!

 

Também é uma verdade

Qu’ esta questão aqui dita,

Não está vindo a quantidade

Que o mundo necessita!

 

Alguns estão bem errados,

Dizem perante a demora

Que não estão preparados,

Mas, como é isto agora?

 

Quantos meses se passou

P’ ra que a vacina chegasse.

Porque não se preparou!?

Agora, está num impasse!

 

São ou não são governantes,

Sabem ou não governar?

Sabiam de tudo antes

Do povo neles votar!

 

E agora, no pedestal,

Tudo quanto eles sabiam

Para alguns, é local

Do tal pedestal que queriam!

 

Mas, no meio desta miséria,

Isto são situações,

Porque há muita gente séria

Por todas estas nações!

 

Sabemos bem como foi

Tratar todos em geral.

Foi juntando o trigo ao joio,

Ficou tudo por igual!

 

Nos governos, a  cabala,

Põe o sério encavacado.

Não se une, mas não fala,

Deixa andar, sempre calado!

Não teem na sua mente

Tudo que é feito errado,

Que quem se cala, consente,

Se consente, fez pecado!

 

O ditado, tem razão,

Que quem rouba afinal

E quem consente o ladrão,

Mais ou menos é igual!

 

É um termo que se emprega,

Muitas vezes a quem troca.

P’ ra não trair um colega,

Eles calem a sua boca!

 

Mas os povos não digeram

Este gesto deprimente.

Exigindo o que disseram

Nas eleições, certamente!

 

No meio destes adultérios,

Feitos p’ raí à vontade,

Bastava os senhores sérios

Alertar a autoridade!

Porque calar, dar o apoio,

Pois, não há que pensar mais.

Junta-se o trigo ao joio,

Juntando, ficam iguais!

 

Vamos ao que quero falar,

Com um desgosto profundo,

É, quando irá chegar

A vacina ao Terceiro Mundo!?

 

Com tanta dificuldade,

Nas ditas, grandes nações,

Como irá ser, na verdade,

Nas pobres populações!?

 

O vírus vai aumentar,

Morrendo a cada segundo.

Vai o povo exterminar,

P’ ra eles, o fim do mundo!

 

Queira Deus que tomem tino,

Não irá acontecer,

Ou será o seu destino,

O que não quero dizer!

 

Quanto às grandes potências

Com sua grande inação

E suas consequências,

Tem que haver solução!

 

De contrário, o que tem,

Não há nada p’ ra ninguém!

 

 

P. S.

 

Há que haver solução,

E acabar com o mal,

Todo o mundo em comunhão,

Numa União geral!

 

Temos gente competente,

P’ ra resolver a questão,

Desde que algum demente

Nos fundos, não diga não!

 

Acabem com estes danos

Deitam fim esta mazela,

Nós somos todos humanos,

Uns, com Sorte, outros, sem Ela!

 

Copiar o gesto humano

Do tal Bom Samaritano!